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INSTALANDO UM SERVIDOR LAMP NO UBUNTU 12.10

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012


- A presidente Dilma Rousseff termina o ano com aprovação entre ótimo e bom em 62%, de acordo com pesquisa Datafolha publicada no último domingo. Para o Ibope, em sondagem divulgada na semana passada, chega a 78% o índice de brasileiros que aprovam o jeito de Dilma de governar.

- Os números revelam algumas aparentes contradições. Por exemplo, segundo o Datafolha, chega a 52% o índice de brasileiros que consideram a política federal para saúde ruim ou péssima. Já 62% desaprovam a área de segurança pública. Os escândalos de corrupção explodem quase semanalmente. A impressão é a de que um governo muito bem avaliado, quando destrinchado, está péssimo em cada um de seus setores. De fato, pode ser isso.

- Na educação, o Brasil fica em 88º lugar no ranking da Unesco de 127 Países. No IDH, patinamos na 84ª colocação entre 187 Países.

- A paralisação do PIB é evidente. Devemos crescer apenas 1% este ano, o pior País da América Latina com exceção do Paraguai. Entre os Brics, o lanterna.
• Com os maus números daqui, a Inglaterra voltou a ultrapassar o Brasil entre as maiores economias do mundo.

- Com relação à infraestrutura, a Confederação Nacional dos Transportes, em estudo divulgado no final de outubro, mostrou que a 29,3% das rodovias brasileiras estão em condições ruins ou péssimas: são mais de 28 mil quilômetros na precariedade. Apenas 37% da malha está em bom estado.

- Há o atraso de grandes obras como a ferrovia Transnordestina, a Norte-Sul, e a transposição do rio São Francisco, entre muitas outras. Os prazos já foram estourados e as novas previsões são consideradas fictícias.

- No caso da transposição, em particular, a previsão era para ser concluída em março de 2010 e o orçamento total de US$ 4,8 bilhões. Hoje, mais de dois anos e meio após o fim do cronograma, já foram gastos US$ 3,8 bilhões e apenas 40% da obra está pronta. Dos dezesseis lotes licitados, cinco contratos foram rescindidos. O orçamento pulou para R$ 8,2 bilhões.
• Segundo a equipe de orçamento do Democratas, em consulta ao Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), este ano o governo só liberou para a Transposição R$ 272 milhões dos R$ 1,35 bilhão autorizados (20,2%).

- No setor elétrico, os apagões se tornaram uma ameaça constante. O Brasil só não está em processo de racionamento porque a economia não tem crescido de maneira satisfatória.
• De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, as interrupções de fornecimento crescem desde 2006. Nos últimos três anos, os registros ficaram bem acima do limite máximo admitido pelas regras de operação do setor.

- Com relação à Copa, a eficiência parecem ter se limitado à construção dos estádios. As obras da chamada mobilidade urbana, como linhas de metrô e novas avenidas mal saíram do papel. Corre o risco de o campeonato acabar sem que a população veja seu cotidiano melhorado pelo legado do Mundial.

- A carga tributária, não custa repetir, já está em 35% do PIB. Enquanto isso, o índice de investimentos fica em 18,7% enquanto o mínimo deveria ser de 25%.

- Entraves em outros setores como aeroportos, portos, armazéns, ferrovias, burocracia tornam o Brasil um dos piores para se investir no mundo. O mais recente levantamento sobre o tema, o “Doing Business 2013”, divulgado pelo Banco Mundial, coloca o Brasil na 130ª posição entre 185 economias se o critério for a abertura de negócios.
• Em outro ranking de competitividade organizado pela Confederação Nacional da Indústria, que compara 14 Países com economia parecida com a brasileira, ficamos em penúltimo lugar, à frente apenas da Argentina.

- Com tantos problemas sérios fica a questão: como pode o governo ser tão popular?

- Uma das respostas está, sem dúvida, nas taxas de desemprego, uma das mais baixas em todos os tempos, 5,3%, quase o equivalente ao pleno emprego.

- Os dados do consumo são também bastante impressionantes. Desde o início do governo Lula, brasileiros de todas as unidades da federação mais do que dobraram seu poder de compra. O índice preciso é de 113% em todo território nacional, segundo o IBGE. E essa ascensão tem superado crises internacionais e baixos números do PIB.

- Por exemplo, de acordo com o IBGE, apenas nos últimos 12 meses, o valor em compras feitas por brasileiros nas redes varejistas cresceu 7,6%. O índice continua em ritmo de crescimento chinês. No quesito mais sensível à popularidade, o bolso, o governo não tem deixado a crise chegar à população.

- O governo tem aproveitado toda a maré internacional direcionada à compra de produtos primários que temos costume de vender, como minério de ferro e soja, para arrecadar como nunca, aumentar orçamentos de transferência direta, subir o salário mínimo de maneira real, e distribuir crédito à população. Com tantos novos produtos em casa (supérfluos ou não), difícil considerar um governo ruim.

- Mesmo com as evidentes dificuldades estruturais e a inoperância do Estado, a elevação de renda permitiu ao Brasil ser o País onde houve mais avanços sociais entre 2006 e 2011, de acordo com estudo da Consultoria Internacional Boston Consulting Group.

- Mas, como se pode perceber, apesar dos avanços sociais, o governo tem deixado de lado as ações que podem fazer o Brasil andar com as próprias pernas, sem utilizar a conjuntura como muleta. Na linguagem popular, pode estar matando a galinha dos ovos de ouros ao manter uma ascensão social insustentável sem reformas. Conquistas não estruturais como a renda e o emprego podem acabar de um dia para outro e teremos um País com más condições para a economia se desenvolver sozinha.

O Brasil precisa superar seus principais entraves para garantir o desenvolvimento efetivo da população, sem depender de fenômenos que podem ser passageiros.


Postado por Unknown

sexta-feira, 31 de agosto de 2012



Não é tão difícil assim. Saiba o que a ciência já descobriu sobre a alegria de viverLá se vão mais de 100 dias desde que as primeiras denúncias de corrupção atingiram o governo Lula e lançaram o País numa espécie de desencanto coletivo. A vida seguiu, mesmo que entre a lama e o medo do caos. Mas teve mais. Os furacões Katrina e Rita varreram casas e vidas. 
No Iraque, corpos queimados viraram estandartes. São tempos difíceis, que nos conduzem a uma inevitável melancolia. Em meio à tormenta, salvaram-se os bons indicadores econômicos, como a recuperação da estabilidade, os recordes da exportação e a primeira queda dos juros em 17 meses. Sinais de que melhores dias virão e que vamos começar a ser felizes? Para os cientistas especializados em bem-estar e satisfação pessoal, não poderia haver sensação mais equivocada. Não podemos condicionar a felicidade ao futuro.
Pensamos que seremos felizes depois de trocar de carro, receber aumento, encontrar um grande amor, reformar a cozinha ou quando nosso time vencer o campeonato. As recentes pesquisas sobre o assunto dizem o contrário, que a felicidade está no aqui e no agora. Um grupo de notáveis, composto pelo psicólogo americano Daniel Gilbert, da Universidade de Harvard, e pelo Prêmio Nobel de Economia Daniel Kahneman, da Universidade de Princeton, descobriu que a felicidade nunca é tão boa quanto se imaginava nem dura tanto quanto se pensava. 

O melhor é que o mesmo princípio vale para a infelicidade, que não dura para sempre nem é tão nefasta assim. “Erramos ao tentar prever o que nos fará felizes, seja quando isso significa um romance, seja quando significa um novo carro ou uma refeição suntuosa”, explica o professor Gilbert. Ou seja, uma Mercedes na garagem não vai fazê-lo mais feliz. Nem sapatos Manolo Blahnik, muito menos uma televisão de plasma. Tudo isso pode exercer fascínio, trazer conforto, representar uma conquista, mas está longe de trazer uma sensação permanente de satisfação.

Os quatro requisitos – Definir felicidade é tão complexo e abstrato quanto decifrar a insanidade. Desde a Grécia Antiga, os filósofos estabeleceram uma diferença entre ser e estar feliz. Nos últimos séculos, o tema mobilizou artistas, pensadores, intelectuais e produziu frases antológicas. “O segredo da felicidade é encarar o fato de que o mundo é horrível, horrível, horrível”, resumiu o filósofo britânico Bertrand Russell, Prêmio Nobel de Literatura. Já Ingrid Bergman, a atriz de Casablanca, dizia que “felicidade é ter boa saúde e péssima memória”. Para os psicólogos, ser feliz é estar bem.

O psiquiatra e psicoterapeuta Flávio Gikovate vai lançar um livro sobre o que ele chama de medo da felicidade. Segundo ele, todos buscam esse estado de espírito privilegiado, mas acabam se desviando da rota ou se auto-sabotando por desespero. Ele percebe duas maneiras de pensar a felicidade: uma sensação de paz, compleitude e harmonia ou uma conquista. “O importante é perceber que a felicidade está no processo de chegada ao pódio, e não na permanência nele. Uma pessoa fica feliz ao comprar uma casa, mas esse sentimento se esvai em três semanas”, diz.

O psiquiatra propõe que a felicidade seja vista como algo dinâmico. É, em primeiro lugar, a obtenção de quatro requisitos mínimos: saúde física, estabilidade financeira mínima, boa relação afetiva e integração social. A partir dessas conquistas, alcança-se o ponto de equilíbrio e o que vier é lucro. A felicidade inclui ainda a auto-estima, o cuidado consigo e os prazeres intelectuais, como curtir uma boa música, um bom livro, se deleitar com um poema ou uma idéia nova. “Quem passa a tarde de domingo em frente à televisão assistindo ao Gugu ou ao Faustão não pode ser plenamente feliz.”

Enfrentar os problemas cotidianos já é uma forma de buscar satisfação. “Felicidade é algo que independe do que está a nossa volta. Desfrutar e saborear a vida é o nosso maior compromisso. As coisas ruins também fazem parte da vida e quem aceita isso enfrenta melhor o sofrimento, sem perder os momentos de alegria”, diz o psicanalista Luiz Alberto Py. O ser humano tem uma capacidade inigualável de aceitar e se adaptar. Durante mais de duas décadas, um psicólogo conhecido como Doutor Felicidade procura as motivações que levam as pessoas a se sentirem satisfeitas com a vida. Professor da Universidade de Illinois, o americano Edward Diener notou que os mais bem realizados eram aqueles que se cercavam da família, dos amigos e, mais importante, sabiam perdoar.

Dinheiro – A partir de um questionário com apenas cinco perguntas, Diener avaliou o índice de satisfação dos americanos. Mostrou, entre outras coisas, que assim que são atendidas as necessidades materiais básicas a renda financeira faz pouca diferença. “A relação entre dinheiro e felicidade é muito forte, mas tem limite. Quando a renda é maior do que US$ 10 mil por ano – cerca de R$ 2 mil por mês –, essa relação deixa de existir e o dinheiro deixa de ser a chave para a felicidade”, explica o economista Eduardo Gianetti da Fonseca.

“O dinheiro em si não traz felicidade, traz condições para a pessoa ser feliz, assim como um corpo saudável dá as condições para se ter uma vida mais feliz. O resto é estar em paz consigo e com a vida”, diz Rodrigo Loures, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiepr). “No mundo dos negócios, é a oportunidade de cada pessoa dar o melhor de si. Uma empresa rígida não tem o mesmo brilho que uma empresa criativa e feliz”, afirma Loures, que é diretor da Nutrimental, das barras de cereais Nutry.

O que parece consenso entre os cientistas é o efeito positivo da espiritualidade. Tanto que os neurocientistas estudam os efeitos da fé no cérebro de monges budistas que praticam várias horas diárias de meditação. Estudos mostram que a satisfação ocorre quando as pessoas estão absortas em atividades que as façam esquecer de si mesmas, perder a noção de tempo e deixar as preocupações de lado. É quase uma sensação de fluir, segundo o psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi, da Universidade de Claremont.

Há 30 anos, ele, que é um dos papas no assunto, explora tal estado mental de plenitude. “O mais óbvio componente da felicidade é a concentração intensa, que é a razão principal para a música, a arte, a literatura e o esporte sobreviverem”, diz. A melhor receita é enfrentar os desafios. “A única solução para se conseguir felicidade é buscar novas oportunidades para melhorar suas habilidades como pessoa e como profissional”, diz.

Uma tendência atual é a chamada “psicologia positiva”, que valoriza os talentos e as qualidades de cada um em vez das fraquezas. As pessoas em paz buscam crescimento pessoal, julgam a si e seus talentos sem se comparar com os outros. O resto é uma questão de respeitar – e valorizar – as diferenças.

É você é feliz? Você sabe a formula da felicidade? deixe seu comentário. Aqui sua opinião faz toda a diferença
Postado por Unknown

quinta-feira, 5 de julho de 2012


Olá pessoal, eu gostaria de falar sobre um tema que gera muitas discussões e que na minha vida seja pessoal ou profissional também passei por elas ressaltando que o Espaço Livre é um espaço destinado a reflexão, então vamos refletir sobre a felicidade e o dinheiro e ver se chegamos a uma conclusão ou se vamos continuar nessa discussão.
No primeiro momento eu levanto uma questão dinheiro traz felicidade? Ou não? Vamos ver se eu respondo a esta pergunta. Todos os humanos a priori teem que saber que o dinheiro leva ao consumismo, logo, leva ao que alguns ditam de “felicidade”, ou seja, muitos confundem felicidade com consumismo, desejos materiais são passageiros, momentâneos que realmente trazem um momento ótimo e de felicidade instântanea, muitos acreditam também que o sucesso é a quantidade de dinheiro que ganha, os prêmios, os diplomas, os cargos e assim vai, mas esquecem que tudo isso é esquecido com o tempo e que o reconhecimento de uma pessoa vencedora não é de suas conquistas, mas sim das outras pessoas que a reconhecem, pois se você é um vencedor na vida, mas ninguém enxerga isso de nada valerá.

Eu não tiro a importância do dinheiro, pois eu sei que dinheiro é muito importante, mas não é tudo, se fosse tudo todos os milionários eram felizes, saúdaveis e completos saibam que eu posso ter dinheiro e ser infeliz, posso não ter dinheiro e ser feliz, com isso fica comprovadíssimo que dinheiro necessariamente não traz a dita felicidade, entretanto, ele lhe dar um grande leque de possibilidades em vários setores da vida, mas a diferença de ser rico e pobre não esta na quantidade de dinheiro que se tem, mas sim na capacidade de se administrar e se ainda assim você achar que precisa ter dinheiro eu não tiro isso da sua cabeça eu o apoio e vou junto, pois eu também o quero, mas quero o suficiente para que eu vá em um restaurante e olhe no cardápio e opte pelo que realmente eu quero e não pelo lado de preços dos produtos a diferença está em chegar nesse momento vivendo cada momento antes de chegar no dinheiro convivendo com a família, amigos e todas as pessoas que você ama e que os amam e sem pressa, pois a direção é mais importante do que a velocidade.

A conclusão na minha perspectiva é essa felicidade não é consumismo, não é sucesso na carreira profissional e sim viver maravilhosamente bem consigo mesmo, com as pessoas que você ama e com as pessoas que te amam contendo ou não dinheiro indo em busca dele se necessário, mas não focar só nele não deixar que ele te controle senão vai chegar um momento que você terá tanto dinheiro que não terá mais ânimo para usufrui – lo.

Abraços Pessoal
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Postado por Unknown