Quas molestias excepturi

INSTALAR INTERFACE GRÁFICA NO UBUNTU SERVER

Para aqueles que precisam de um servidor, porém com interface gráfica para download de filmes...

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Impedit quo minus id

COMPARTILHAR UNIDADE DE DISCO OU PARTIÇÃO NO WINDOWS 7

Depois de algumas dificuldades enfrentadas para poder compartilhar uma partição do HD...

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Voluptates repudiandae kon

OPENSSH SERVIDOR

Esta seção do Guia do Servidor Ubuntu introduz uma poderosa coleção de ferramentas para o controle remoto...

Voluptates repudiandae kon
Mauris euismod rhoncus tortor

INSTALANDO UM SERVIDOR LAMP NO UBUNTU 12.10

Se você é um desenvolvedor web (ou um fução, rs) e gostaria de ter seu próprio servidor em casa, uma das primeiras coisas que vai precisar...

Mauris euismod rhoncus tortor
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Muitas pessoas acham a escolamuito chata! As matérias já estão enjoativas, não tem nada de muito novo e divertido. Tudo bem que o objetivo da escolaé ensinar, mas bem que poderia ser algumas coisinhas mais úteis e interessantes, não é?
Pensamos em algumas matérias que seriam perfeitas para substituir as velhas que já estamos enjoados, depois deixe sua opinião. O que você gostaria de aprender na escola?


Jogos

Estamos na geração do videogame e seria muito bom ter algumas aulinhas. Aprender todas as “manhas” e detonar em todos os games. E poderíamos também desenvolver alguns jogos, criar novas ideias para alguma empresa que fizesse parcerias com a escola. Ninguém tem ideia melhor do que os próprios gamers! Essa aula eu não perderia, e você?
Alimentação
ALIMEN~1
"Nós somos aquilo que comemos." Então poderíamos aprender desde novinhos o que realmente comer, concorda? Seria muito interessante ter aulas sobre nutrição, culinária e saúde. E já pensou se pudéssemos experimentar aquelas delícias durante o aprendizado?
Sem contar que teríamos um corpo muito mais bonito, pois a nossa educação alimentar serviria para muita coisa!
Tecnologias
Globalizacao_Tecnologias_Informacao-1

A tecnologia exerce um importante papel em nossa vida e nada melhor do que acompanhar a evolução desde novinho. Certo? Aprenderíamos as histórias de cada tecnologia, seus benefícios e funções. Essas aulas também nos ensinaria a usar essas tecnologias sem “danificar o mundo”, sempre pensando do melhor para a humanidade.
Noções de Direito
images
Seria bem produtivo crescer sabendo os nossos direitos. Seríamos cidadãos mais conscientes e responsáveis. O direito é uma boa disciplina para termos na escola! O que acham?
Noções de economia
economia2
Outra bela matéria seria a economia, pois seria muito proveitoso crescer sabendo usar o nosso dinheiro de maneira inteligente. Não deveríamos muito e teríamos mais noções de investimento, juros, impostos, etc.
Não deixe de clicar logo abaixo em “Recomendar”, espalhando esse poste ajudando o Espaço Livre!

Fonte: Minilua
Postado por Unknown

sábado, 25 de agosto de 2012




Desde que a greve nas universidades federais começou, tenho visto muitos boatos na internet a respeito do que iria acontecer com os estudantes.

A grande maioria do que é dito não é verdade.

Com o objetivo de diminuir dúvidas entre estudantes, vou colocar aqui o que sem sendo falado e respondendo se é mito ou verdade. Inclusive se surgir mais alguma dúvida, atualizo o texto.

Por isso escrevo este post.

Mito ou verdade?
  1. Se passar de 100 dias (ou n dias quaisquer) o semestre será cancelado e começa tudo do zero.
    Mito.
    Independente de quantos dias ou meses demorar para a greve acabar, tudo o que foi dado de carga horária é legalmente aproveitado. O semestre reinicia exatamente de onde parou.

  2. O calendário foi suspenso (em algumas Ifes) dia 17 de maio e quem deu aula depois perdeu tudo.
    Mito.
    Independente de calendário, quem deu aula registrou e pronto. Está dado. A greve é um direito individual do Professor. Logo, faz greve quem quer. Claro que o professor pode repor as aulas, mas nossas universidades, capengas na cobrança do cumprimento da carga horária dos docentes, não conseguem nem ao menos exigir que algumas figuras lendárias cumpram seu compromisso mínimo com a sala de aula. Imagine fazer alguém trabalhar dobrado.

  3. O semestre será perdido se a greve demorar muito.
    Apenas em um caso extremo.
    Nunca tivemos um semestre cancelado, em décadas de greves. Seria algo trágico, e que só aconteceria em última análise. Cancelar um semestre teria como consequência o cancelamento de metade das vagas no vestibular, e não consigo ver isso acontecendo.

  4. O Governo vai cortar o ponto dos professores após 90 dias.
    Mito.
    As reitorias não possuem condição política para isso, e seria jogar gasolina na fogueira. Além do que, ao contrário das outras categorias, os professores efetivamente repõem o trabalho durante a greve.

  5. Os próximos dois anos serão com o calendário atrapalhado.
    Verdade.
    Se a greve acabar no fim de agosto, ainda será preciso dar 6/7 semanas para acabar 2012.1. Como a matrícula ainda toma duas ou 3 semanas, por causa da imensa burocracia das Universidades, o próximo semestre só começa no meio de novembro. E deve acabar no começo de abril.
    Isso significa que as férias de verão em 2014 também serão comprometidas.
    Poderia ser mais organizado se nossas universidades fossem eficientes, mas são mamutes que não conseguem se mexer com eficiência.

  6. O professor pode se negar a repor aulas e os alunos perderiam a cadeira.
    Mito.
    Se o professor não deu aula, vai ter que dar quando as aulas acabarem.

  7. Janeiro é mês de férias dos docentes e não teremos aulas.
    Mito.
    As férias deverão ser realocadas para abril. E também no período de recesso entre 2013.1 e 2013.2.
    Claro que teremos alguns folgados fazendo isso, mas o compromisso é de reposição. O aluno deve exigir através de seu DA ou DCE.

  8. Os alunos que fizerem intercâmbio em janeiro e fevereiro perderão o semestre.
    Verdade.
    O aluno vai precisar saber que os calendários serão modificados.

  9. O fechamento do orçamento de 2013 no dia 31 de agosto não implica no fim da greve.
    Verdade.
    Já tivemos greves até dezembro. O Governo pode “costurar” o orçamento no Congresso após esta data. Mas fica muito mais difícil.
    Além disso, o Orçamento se refere ao próximo ano, e está em jogo um acordo até 2015. Então o Governo ainda poderia fazer outra proposta, mas seria difícil.

  10. As universidades não terão aula entre Natal e Ano-Novo.
    Verdade.
    Normalmente se faz um recesso de 15 dias no fim do ano e começo do ano.
    Dando um chute (só um palpite), as aulas acabariam no dia 21 de dezembro e retomariam no dia 7 de janeiro.
Espero ter ajudado a todos.
Caso apareça mais alguma dúvida o texto será atualizado.

Postado por Unknown

sábado, 18 de agosto de 2012


No dia 8 de agosto o Senado Federal realizou uma sessão histórica que aprovou a instituição obrigatória do sistema de cotas em todas as instituições federais de ensino superior, além de institutos federais de ensino técnico de nível médio.
De acordo com o texto aprovado e que segue para sanção presidencial, as universidades e institutos federais, terão que reservar 50% do total de vagas por curso e por turno para estudantes que tenham cursado todo o Ensino Médio em escolas públicas. Destes 50%, um percentual deverá ser destinado para negros e indígenas, de acordo com a proporção destes na população de cada estado, segundo os dados do último Censo. Tudo isto a ser aplicado em até 4 anos, período que as universidades terão para fazer a transição.
A partir de 2013 as universidades já deverão aplicar pelo menos 25% do sistema de cotas, ou seja, reservar 12,5% do total de vagas para estudantes de escolas públicas, tendo até 2016 para chegar aos 50% previstos na lei.
Também de acordo com a lei, pelo menos 50% das vagas destinadas aos estudantes de escolas públicas serão destinadas a estudantes com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo (933 reais atualmente). O texto aprovado também determina que após 10 anos da aplicação do sistema de cotas , ele deverá ser revisado.

Agora vem o "X" desta questão, não tenho nada contra pessoas de baixo poder aquisitivo e da rede pública de ensino adentrarem nas universidades federais, pelo contrário, eles tem todo o direito como cidadãos brasileiros que são, no entanto, fico indignado com a forma que o governo trata essas pessoas. Ao invés de investir maciçamente na educação básica e na geração de renda, para que as camadas populares tenham condições de competir de igual para igual e dignamente com os alunos da rede particular de ensino, nossos governantes preferem viabilizar maneiras do povão entrar no nível superior pela porta dos fundos. No meu ponto de vista, esse sistema de cotas por sí só já é uma forma barata de preconceito, ele insinua que negros, índios e demais alunos da rede pública só tem condições de cursar uma universidade se não competirem com os demais candidatos. Não acho isso justo!

Acredito que todos temos condições de aprender, indiferentemente da classe social, cor, raça ou crença, bastando para tal, termos oportunidade de acesso a uma educação de qualidade desde as séries iniciais. Essa iniciativa do governo federal mostra o descaso com o qual eles tratam a educação de nosso país, para eles não é necessário preparar os alunos, basta jogá-los abruptamente nas universidades e enganá-los juntamente com toda a nossa sociedade. Pouco importa se 80% desses estudantes abandonarão seus cursos, desestimulados pela falta de estrutura, professores e condições de ensino adequadas nas nossas universidades. O governo só se importa com números e estatísticas, não com qualidade e eficiência. O povo deve perceber isso enquanto ainda é tempo, dar um basta e exigir que seus direitos e dignidade sejam respeitados, não precisamos de caridade, mas sim de oportunidades para competir no mesmo nível dos demais, sem hipocrisia, sem medo e sem vergonha do que somos: o povo brasileiro.   

Qual a sua opinião? Você concorda com o sistema de cotas? Opine! Mostre que sua opinião faz toda a diferença!
Postado por Unknown

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O retrato do ensino básico e fundamental divulgado na terça-feira (14) pelo Ministério da Educação é um retrato das contradições e dos inúmeros problemas que alunos, professores e pais enfrentam no Brasil, e da enormidade dos obstáculos que precisam ser enfrentados para colocar o país num patamar mais alto de educação formal.

O termômetro que mede esta situação é o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que é divulgado a cada dois anos. Ele é calculado considerando o desempenho dos alunos em duas matérias (português e matemática), combinado com o número dos estudantes aprovados em cada série. A avaliação é feita em três níveis: anos iniciais do ensino fundamental (1ª à 4ª séries), anos finais do ensino fundamental (5ª à 8ª séries), e ensino médio.



Na média (os dados se referem à variação entre 2009 e 2011), o ministério comemorou o alcance da nota 5,0 (vai de 0 a 10) nos primeiros anos do ensino básico, indicando uma melhora estatística e a antecipação do cumprimento da meta prevista para 2013. Nos outros níveis, o resultado foi pouco mais que sofrível – média 4,1 nos últimos anos do ensino fundamental e 3,7 no ensino médio (em 2009 estas médias foram, respectivamente, 4,0 e 3,7). Isto é, quase não variaram. E o resultado é agravado pelo fato de que quase metade das escolas brasileiras (44% do total) não alcançou a média, sendo que 37% tiveram médias mais baixas do que em 2009. 

No ensino médio, embora a média prevista para o país (3,7) tenha sido atingida, em nove estados ela não foi alcançada (são estados cuja população soma 60,5 milhões de brasileiros) e outros sete repetiram as notas de 2009 (com população somada de 32,4 milhões). Pode-se concluir que as escolas que atendem a metade da população foram mal avaliadas no Ideb recém divulgado. E não há salvação nem mesmo nas escolas particulares, que também tiveram desempenho medíocre em todo o país, embora um pouco melhor do que as escolas públicas.

Há um conjunto de razões para explicar a situação e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, resumiu algumas delas na entrevista coletiva que deu depois do anúncio dos resultados. Há de fato uma pequena melhoria, comemorada pelo ministro, e ele a atribuiu a medidas tomadas nos últimos anos em relação sobretudo ao ensino fundamental de nove anos. Em relação ao mau desempenho no ensino médio (que continua sendo nosso maior problema, disse o ministro) Mercadante o atribui sobretudo ao extenso currículo (com 13 matérias obrigatórias) praticado, e o ministério acena com mudanças nessa área.

O ministro ficou devendo, contudo, uma referência mais explícita aos graves e persistentes problemas estruturais da educação, entre elas a situação dos professores. Como a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) denunciou em março deste ano, 17 estados ainda não pagavam o piso salarial nacional dos professores e 18 não cumpriam norma segundo a qual dois terços da jornada do professor devem ser passados em sala de aula e um terço em atividades de planejamento de aulas, correções de provas e cursos de formação.
O mau desempenho registrado pelo Ideb resulta deste conjunto de problemas que o governo precisa enfrentar se quiser não apenas cumprir metas estatísticas mas, principalmente, que as escolas brasileiras cumpram a tarefa que se espera dela: a formação educacional dos jovens brasileiros.


E você? Está satisfeito com o nível da educação no Brasil e de nossa cidade? Opine! Mostre que sua opinião faz toda a diferença!


Veja as reportagens em vídeo 


http://g1.globo.com/se/sergipe/setv-1edicao/videos/t/edicoes/v/falta-de-alguns-alunos-as-aulas-e-apontada-como-o-motivo-para-o-baixo-desempenho-no-ideb/2092786/

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/mec-estuda-mudancas-no-curriculo-do-ensino-medio-brasileiro/2090129/


Postado por Unknown

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


Diante da já prolongada greve dos professores de 57 das 59 Universidades Federais (desde 17 de maio), além dos docentes dos Institutos Federais, o ministro Guido Mantega soltou essa pérola cultural: “Investimento em educação vai quebrar o Brasil”.

E as negociações para resolver o “imbróglio” grevista, até agora deram em nada porque o governo Dilma insiste em rebaixar o sistema de ensino brasileiro, pondo em prática orientações vindas do Consenso de Washington: reduzir o Estado, poupar e retirar dinheiro do orçamento federal para fazer superávit primário. Isto é, tirar dinheiro que atende aos interesses e à vida do povo para cumprir com os acordos da agiotagem internacional – sem falar das privatizações em curso e da terceirização de inúmeros serviços públicos.

Aliás, a mesma agiotagem que vem quebrando tradicionais países europeus. Não se pode esquecer que Dilma e Mantega, que é o chefe da economia tupiniquim, sacanearam a nação em 2011 retirando 45% do orçamento, destinando nada menos que R$708 bilhões para a quadrilha de banqueiros nacionais e internacionais, “credores” do país através da chamada Dívida Pública (interna e externa). Ainda assim, a Dívida Pública atingiu os incríveis R$ 3 TRILHÕES (isso mesmo, TRÊS TRILHÕES DE REAIS), sobre os quais pagamos juros altíssimos e nos endividamos sempre mais (*).

O que, de fato, está quebrando o Brasil, senão o cumprimento da Carta aos Brasileiros, de Lula? O que quebra um país senão a entrega das empresas estratégicas rentáveis para o capital internacional explorar ao máximo? O que quebra um país senão a concessão de redução de impostos às grandes e altamente lucrativas empresas nacionais e internacionais, em prejuízo da Seguridade Social? O que quebra mais o país do que obras faraônicas, extraordinariamente superfaturadas para atender as exigências de uma FIFA corrupta e corruptora, apenas para abrigar jogos de futebol, em que, assim como no carnaval, “tudo se acaba na quarta feira”, sem mudar um nadinha na estrutura política, econômica e social do país?

Brigamos muito com o governo tucano por causa do criminoso rebaixamento do padrão de ensino no Brasil, de modo especial no estado de São Paulo, que ostenta um dos piores índices de educação entre todos os estados. E agora nos vem um ministro petista querendo justificar o injustificável, defendendo práticas financeiras que estão gerando gerações e gerações de semialfabetizados, enquanto contribui para aumentar a já gigantesca concentração de dinheiro e poder nas mãos de um punhado de especuladores canalhas, nacionais e internacionais! E, o que é pior, apoiado incondicionalmente pela presidente que o povo escolheu para administrar um pouco de justiça social neste país-colônia, totalmente corrompido em todas as suas instâncias oficiais.

Vejamos o comentário do leitor Rolando Lazarte: “Não quebra um país que investe na educação. Ao contrário, aí é que um país deixa de ser um amontoado de gente e começa a se tornar um país (uma Nação) de verdade”. Ou o comentário do articulista Júlio Cesar Cardoso: “Ora bolas, que risco poderá comprometer a nossa solidez fiscal com a canalização de recursos para o fortalecimento da escola que irá produzir os alicerces de nossa estrutura social, financeira, econômica etc.? O país poderá quebrar por outras razões, mas não por investimentos educacionais”.

A propósito da importância de investimentos na educação, Priscila Cruz – Diretora Executiva do Movimento Todos Pela Educação – faz o seguinte comentário em seu artigo (“Para romper com o analfabetismo funcional”): ‘Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o Ensino Médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno’.

É inconcebível que um governo possa se considerar inteligente se não é capaz de olhar para a vida do seu povo, se não é capaz de ver a verdadeira carnificina que ocorre em todos os cantos do país, dizimando vidas, gerando o pânico coletivo e a neurose crescente em todas as camadas da sociedade; é inconcebível também que este governo tenha seus olhos e mente voltados para os interesses dos poucos exploradores que comandam a economia mundial e não olhe para dentro do seu próprio país, onde seu povo padece e morre por falta de saúde pública com um mínimo de eficiência; que não olhe para a decadência da educação que vem gerando gerações e gerações de analfabetos diplomados nas escolas públicas e privadas; que feche seus olhos para a falta de amplo serviço de saneamento básico, para a imensa multidão de trabalhadores que espera por um punhado de terra e apoio logístico a fim de viver e produzir exatamente o que falta às mesas dos que produzem nossas riquezas!

Se é fato que herdamos da ditadura militar profundo retrocesso inclusive na educação pública, também é verdade que os governos posteriores continuam aprofundando esse abismo cultural. Quem, depois de tantos anos de lutas esperava mudanças estruturais capazes de sanar tanta injustiça, tem que lamentar e condenar a nefasta política educacional desses 10 anos de governo federal petista?

Aliás, será interessante refletir sobre a projeção de 4 a 5 bilhões de reais que em tese serão acrescentados à Educação para atender suas demandas urgentes e comparar com os R$ 708 bilhões que foram entregues sem nenhuma contrapartida para os banqueiros, e aí encontrar apenas um pouquinho do uso da inteligência humana. Ou de vergonha!

Encerro este comentário com as palavras do Roger: “Vacilou, Guido! Seria melhor ter ficado calado”.
                                                                             Fonte: Correio da Cidadania
Postado por Unknown

sexta-feira, 20 de julho de 2012


O jornais têm publicado que o governo deu reajuste de 45% para os docentes da rede federal. Isto para quem tem doutorado e dedicação exclusiva. Não é verdade !!!!!. 

Esse reajuste é para quem tem Doutorado, Dedicação Exclusiva e está na última fase da carreira. Isso corresponde a apenas 3% dos docentes, sendo que esses servidores já estão com um pé na aposentadoria.

 A grande massa de docentes teve reajuste de 16%, correspondente às perdas salariais de 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015. A média de inflação no Brasil é de 6%, perfazendo uma perda de 30% até 2015, ou seja, resumindo, a proposta do governo reduzirá o salário de 97% dos docentes. 

Tem ministro dizendo que o Brasil dá aumento em detrimento à Europa, a qual está fazendo reduções devido à crise. Esquecem que essa negociação vem desde o ano passado.

O PT aprendeu bem algumas manipulações de marketing da Escola de Duda Mendonça. Logo, acredito que a greve continuará !


Fonte: Palavras de um professor.
Postado por Unknown

quarta-feira, 18 de julho de 2012


A Secretaria de Estado da Educação (Seed) encaminhou nesta segunda-feira, 16, ofício à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, solicitando que sejam convocados e empossados 218 professores da Educação Básica, aprovados em concurso público, para provimento de vagas do Quadro Geral de Pessoal do Poder Executivo do Estado de Sergipe, distribuídos por Diretorias Regionais de Educação. O Governo de Sergipe promoveu no mês de abril passado o concurso público para ocupação de 1.700 vagas no Magistério Estadual.

Neste primeiro momento a Seed solicitou a convocação de professores para atender à demanda das Diretorias de Educação 4, 5 e 9. De acordo com o secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas, as convocações serão feitas paulatinamente, até atender à demanda de todas as escolas da rede estadual de ensino. "Neste momento iremos encaminhar os primeiros convocados para três DREs, mas posteriormente estaremos fazendo outras convocações até atendermos a todas as dez diretorias existentes", explicou.

Para a DRE 4, com sede em Japaratuba, serão convocados 80 professores, que atuarão nos municípios de Japaratuba, Pirambu, Carmópolis, General Maynard, Rosário do Catete, Maruim, Capela e Muribeca.

Já a DRE 5, cuja sede fica em Nossa Senhora das Dores, será contemplada, nesta primeira convocação, com 29 professores. Eles trabalharão nos municípios de Graccho Cardoso, Cumbe, Divina Pastora, Siriri e Nossa Senhora das Dores.

Para a DRE 9, sediada em Nossa Senhora da Glória, serão convocados 109 professores aprovados no concurso. Eles trabalharão em Canindé do São Francisco, Poço Redondo, Monte Alegre, Nossa Senhora da Glória e Feira Nova.

Fonte SEED
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terça-feira, 17 de julho de 2012



Portal oferece aulas legendadas das melhores universidades do mundo


Assistir aulas das melhores universidades do mundo através da internet já é uma realidade desde 2002, quando o renomado Massachussets Institute of Techonology (MIT) disponibilizou alguns de seus conteúdos de graça na rede. O movimento foi seguido por diversas instituições e agora ficou ainda mais acessível aos brasileiros: o portal Veduca, criado este ano, disponibiliza os vídeos legendados para quem tiver interesse.

O projeto nasceu da vontade de um grupo de engenheiros formados no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) de tocar um negócio que ajudasse a melhorar a vida das pessoas. Perceberam que as principais instituições de ensino no mundo caminhavam nesta direção, mas que havia pouquíssimas experiências no País. Quando o portal entrou no ar, em março, rapidamente bateu a marca dos 100 mil acessos. Isso sem investimento em publicidade e divulgação. Hoje, já são 500 mil acessos e quase cinco mil vídeos disponibilizados.

Carlos Souza, um dos fundadores, conta que, para colocar o portal no ar, eles contrataram 10 tradutores. No entanto, muitas pessoas começaram a procurá-los com o intuito de colaborar. Foi desenvolvida então uma plataforma no próprio site para os legendários voluntários. Hoje, cerca de 100 ajudam com as legendas dos vídeos e o trabalho é todo supervisionado por especialistas, para evitar erros.

"O movimento do open course começa no MIT três anos antes de existir o YouTube. Só que apenas 2% dos brasileiros fala inglês bem. Então, havia um conteúdo enorme que as pessoas não tinham acesso. Temos uma carência muito grande na educação, há uma demanda enorme por parte das pessoas. Tem várias pessoas que entram em contato contando que estudam uma coisa, mas através do portal conheceram outras. Isso abre a cabeça das pessoas. Das pessoas que acessam a internet no País, 66% busca educação. Nossa meta é chegar a um milhão de acessos por mês até o fim do ano. E legendar todos os vídeos até 2013", afirma Souza, um dos fundadores do projeto.

Além da legendação, o grupo investe em ferramentas tecnológicas para facilitar a vida dos usuários. Uma delas permite que sejam feitas buscas no áudio das palestras. Por exemplo: se um usuário busca por Freud, será apresentada uma lista de vídeos em que ele é citado. Ao clicar na opção desejada, a exibição começará do ponto em que o professor cita o pai da psicanálise. Ao mesmo tempo, ao assistir um vídeo, aparece uma lista de notícias relacionadas com o assunto. Os recursos já provocaram até o interesse empresas de mídia.

No segundo semestre, o portal vai entrar de cabeça na produção de vídeos em universidades brasileiras. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) será a primeira delas. "O próprio reitor entrou em contato com a gente para fazer este trabalho. Fomos para uma reunião e conversamos para que a Unicamp seja a primeira a participar do Veduca entre as brasileiras. Estamos muito felizes com o resultado. Não pretendemos fechar o conteúdo. Vamos sobreviver com publicidade. O objetivo é facilitar o acesso ao conhecimento", resume Souza.
(O Globo)


Uma fonte de conhecimento bastante interessante!
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Após um jejum nas negociações, o governo federal propôs nesta sexta-feira um reajuste e novo plano de carreira aos professores dos institutos e universidades federais, em greve desde o dia 17 de maio. O plano entraria em vigor a partir de 2013 e os aumentos chegam em alguns casos até 45% ao fim de três anos, considerando os 4% já concedidos em 2012.

Negociação: Mercadante diz que crise influenciará reajuste

A proposta foi apresentada em reunião entre representantes sindicais e o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça. O encontro inicialmente previsto para ocorrer em 19 de junho foi desmarcado pelo governo e só ocorreu nesta sexta.
Pela proposta, ao longo dos próximos três anos a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva vai aumentar de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil. Ao professor inicial com doutorado e dedicação exclusiva, o salário será de R$ 8,4 mil. A remuneração dos professores que já estão na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva, aumentará de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.

Na Bahia: Em mais uma assembleia, professores mantêm greve

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que a proposta terá um impacto no Orçamento de R$ 3,9 bilhões para os próximos três anos. Esse valor será dividido em R$ 1,56 bilhão (40%) para 2013, R$ 1,17 bilhão para 2014 (30%) e outro R$ 1,17 bilhão (30%) para 2015.

Além disso, segundo o governo, “como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos”, os níveis de carreira serão reduzidos de 17 para 13. O documento do Ministério do Planejamento diz que “a proposta permite uma mudança na concepção das universidades e dos institutos, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos”.

Sindicato insatisfeito 

Após quatro horas de reunião, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), que lidera a greve dos professores, considerou que a proposta não corresponde às expectativas e não atende as reivindicações da categoria. "O governo apresentou um conjunto de tabelas. Nós dissemos que o debate não é de tabelas, é necessário uma proposta de estruturação de carreira", afirmou Marina Barbosa, primeira secretária do Andes. 

A lógica apresentada pelo Ministério do Planejamento mantém a mesma estrutura de organização da carreira. O sindicato vai fazer uma avaliação detalhada até este sábado e emitir uma posição no fim de semana. No início da próxima semana, serão realizadas assembleias para definir os rumos da greve, e uma nova conversa com o governo está marcada para o dia 23.

A paralisação dos professores, que completou 57 dias, atinge 56 das 59 universidades federais, além de 34 institutos federais de educação tecnológica, dos 38 existentes. 
*Com informações da Agência Brasil, Agência Estado e Ultimo Segundo
Postado por Unknown

terça-feira, 10 de julho de 2012


A Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) homologou o resultado final do concurso público para provimento de vagas do cargo de professor de educação básica do quadro de pessoal da Secretaria de Estado da Educação. A portaria, assinada pelo secretário Oliveira Júnior, valida o resultado final e dá carta branca para que os aprovados sejam convocados e empossados.

O concurso está selecionando 1.700 professores da Rede Estadual de Ensino. Ao todo, 8.278 pessoas estão nas listas de aprovados, entre os que obtiveram colocação para assumir as vagas estipuladas e os excedentes.

"Tudo ocorreu conforme o planejado: as provas foram aplicadas com tranquilidade graças à organização e ao planejamento que investimos em cada detalhe do concurso. É fruto do trabalho extenso que vem acontecendo desde outubro do ano passado por parte da Comissão de Coordenação do Concurso Público para o Magistério, composta pela Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese)", define o secretário Oliveira Júnior.

O concurso se justifica pela necessidade de recrutamento de novos professores em face da aposentadoria de centenas de profissionais que já fazem parte da rede. Faz-se necessário também pela criação e inserção, nos últimos anos, de novos componentes curriculares nas matrizes de ensino que demandam a ampliação do quadro de docentes, em determinadas áreas de ensino.

Documentação

A gerente geral de Recrutamento e Movimentação de Servidores do Governo do Estado, Zélia Apostolo, orienta que os aprovados já comecem a separar a documentação da convocação que está listada no item 3.6 do edital de abertura do concurso.

"Entre os documentos está o diploma de curso superior, registro no conselho de classe, atestado de sanidade física e mental, cópias do RG e CPF, título de eleitor - com  comprovantes da última votação - , comprovante de residência, número do PIS/PASEP, uma foto 3x4, número de conta corrente no Banese, certidão de nascimento, casamento ou casamento com averbação de divórcio", orienta a gerente,

Além disso, será necessário ter em mãos a certidão de nascimento de filhos menores de 18 (dezoito) anos; certidões negativas de antecedentes criminais, relativas aos últimos cinco anos, fornecidas pelos seguintes órgãos: Secretaria de Estado de Segurança Pública, Justiça Estadual e Justiça Federal; e, em caso de já ser servidor público, apresentar certidões constando não ter sofrido sanções de natureza administrativa, civis ou penais.

Investidura nos cargos

"Nesse momento, a Seplag está aguardando as relações da Secretaria de Estado da Educação sobre a ordem de prioridade de convocação para que a substituição de temporários ocorra gradualmente e para que haja reposição rápida no quadro de profissionais que se aposentaram", explica a gerente geral de Recrutamento e Movimentação de Servidores do Governo do Estado, Zélia Apostolo. Depois da fase da perícia, os 1.700 aprovados tomarão posse, e a previsão é de que começarão a ministrar aulas ainda este ano. 

Fonte: SEED
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

A diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes)apresentou ao ministro da Educação Aloizio Mercadante e ao secretário Amaro Lins, da Secretaria de Educação Superior (SEsu), nos dias 3 e 4 de julho, a grande preocupação dos gestores das universidades federais, manifestada pelo conjunto dereitores na última reunião do Conselho Pleno em Ouro Preto – MG, com a falta de interlocução objetiva entre o governo os docentes e técnico administrativos para resolução da greve.



Ainda no dia 4, a diretoria executiva da Andifes, acompanhada de outros reitores, esteve presente na reunião ordináriada Comissão de Educação da Câmara, para buscar apoio para solução célere do problema da greve nas universidades federais. Os reitores tiveram a palavra franqueada pelo presidente da comissão, deputado Newton Lima (PT-SP), que por sua vez se pronunciou favorável à mobilização parlamentar no processo de negociação junto ao Governo Federal.



O grupo de gestores federais estava composto pelo presidente da Andifes, reitor João Luiz Martins, da Universidade Federal de Ouro Preto, e os reitores das Universidades Federais do Ceará, Sergipe, Rio Grande do Norte, São Carlos-SP, Mato Grosso, Pará e Goiás. O pedido da Andifes aos parlamentares foi que houvesse uma intervenção dos congressistas para que o Governo Federal apresentasse uma proposta, o mais rápido possível, aos professores e técnico-administrativos paralisados há mais de um mês.

Para o presidente da Associação, a mobilização dos setores envolvidos com a educação, e preocupados com os efeitos negativos da greve, pode resultar na aceleração da decisão do governo. João Luiz Martins aproveitou o encontro com os deputados federais para fazer um relato positivo da realidade das universidades, que possui hoje novos equipamentos, instalações e um número maior de alunos, professores e técnicos capacitados. “As universidades federais caminham em um processo bem sucedido de expansão com qualidade. Dentro desse avanço precisamos valorizar a dimensão estratégica responsável pela qualidade das universidades, que são os trabalhadores docentes e técnicos”, afirmou o presidente.
O deputado Newton Lima concordou com as posições apresentadas pela diretoria executiva da Andifes e garantiu que assim como a Associação, fará interlocução junto ao Governo Federal para dar agilidade a apresentação da proposta para as categorias paralisadas. O presidente da Comissão de Educação da Câmara adiantou que já havia feito contato com o secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público, Sérgio Mendonça, que garantiu a apresentação de uma proposta aos professores em grevenos próximos dias.
Newton Lima disse ainda aos reitores que um grupo de parlamentares se reuniria com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior para tratar da problemática da greve.
Ao final o reitor João Luiz agradeceu aos parlamentares o apoio dado às universidades com a aprovação da Lei nº 12.677/12 que cria cargos. “Precisamos continuar a expansão com mais infraestrutura, equipamentos, docentes e técnicos reconhecidos e bem remunerados”, disse o presidente da Andifes.

Assessoria de Comunicação da Andifes
Fonte: UFS

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quarta-feira, 4 de julho de 2012


Entrei na escola com três anos de idade e de lá nunca mais sai. Calma, não sou repetente, pretendo ser professor. Vi o sistema educacional se perverter e se transformar no que é hoje. Venho comentar sobre os bons alunos, classe que está em extinção e altamente perseguida pela classe dominante – os desprovidos de raciocínio. ( Chamar de burro vai contra a LDB ).

Sempre fui bom aluno, mas matemática nunca foi meu ponto forte e, em certos momentos, tenho tombos no português. Meu forte sempre foi Geografia e História, gosto de debater temas e analisar os problemas de nossa sociedade. Sendo um bom aluno sempre tive problemas, inveja e perseguição de alguns “colegas” escolares. Nunca desaminei, sempre foquei nos estudos.

Muitos amigos perdi, amigos de causa. Sim, estudar e gostar de estudar no Brasil é praticamente uma causa. Ser bom aluno em um sistema de “desprovidos de raciocínio” é semelhante a esquerda na ditadura. Com tortura é tudo mais, só não tem a rede bobo apoiando. A grande parte dos amigos de causa que perdi para a ditadura. 

Foram absorvidos ao sistema de não estudar, de simplesmente ir a escola. Brinquei na escola, “zuei”, tomei bronca, mas foram momentos. Os amigos que perdi não aguentaram o sofrimento. Não aguentaram viver no exílio da escola, no exílio social que é imposto. Tive sorte de estudar numa ótima escola, mesmo sendo pública, além de estudar em uma ótima turma. Mas e o resto do brasil? Quantos vivem no exílio? Já conheci pessoas que tiravam notas baixas para não serem “zuadas”.

Desculpe, isso é covardia. Sempre fui bom aluno e tenho muito orgulho disso. Não aceitei nenhuma arbitrariedade pelas escolas. Muitas vezes o estudante não tem escolha e vive na escola, onde é exilado social. Não desista, em todo regime opressor existe resistência. Se você é inteligente e estudioso no cenário educacional brasileiro você é a resistência.
Decida entre se unir e resistir ou aceitar a ditadura, que nem a LDB pode solucionar.

Bons alunos do Brasil, uni-vos !

Fonte desconhecida.
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